Parte 3 do Guia de Leitura para as HQs do Aranha publicadas no Brasil, desde 1983.

Fase 11: A Era das Trevas: 2001 a 2008

A essas alturas já dá pra perder as contas de quantos títulos do Homem-Aranha eram publicados mensalmente, mas vou me ater aos principais. J. Michael Straczynski assumira a vaga deixada por Mackie de forma promissora em ASM. Seu primeiro arco foi muito bom, apesar de não merecer, nem de longe, o prêmio Eisner que ganhou, mas enfim, parecia que as coisas finalmente iriam melhorar e que a espera dos fãs, desde o fim da Saga do Clone, finalmente havia terminado.

Ledo engano. Esse foi só o respiro antes de mergulhar de novo no abismo. E desta vez, ainda mais fundo. Com Straczynski e Jenkins nos principais títulos do aracnídeo, a preocupação com a continuidade é praticamente inexistente. E isso não é o pior de tudo… mas vamos por partes.

A saga de estreia é muito boa. Fazia tempo que não víamos o herói apanhar feio, e a trama acerca de Ezekiel aguça nossa curiosidade. Mas Straczinski acaba irritando com sua mania de tentar com que os diálogos sejam verossímeis, e eles acabam soando muito artificiais. O próprio Aranha, de piadista hilário, passa a tagarela frenético, e a tia May nunca esteve tão chata em todas as suas encarnações. A coisa fica ainda pior depois que ela descobre o segredo de seu sobrinho. E a conversa dos dois é boa, mas Straczinski – e todos os outros roteiristas – simplesmente esqueceram da condição cardíaca da tia May ao longo dos anos. Ela suportaria saber do segredo de Peter? Talvez. Mas que teria um ataque, com certeza, teria. Straczinski tenta justificar, afirma que ela é forte e tudo o mais… mas não convence. Além disso, uma conversa desse tipo careceria de ver os dois relembrando de todas as vezes em que o Homem-Aranha salvou a tia May, sem que ela soubesse que ele era seu sobrinho.

Jenkins também cria o seu vilão. Fusão não representa grande desafio e vem com pouca novidade… a velha motivação do homem que culpa o herói pela morte de um ente querido. Ele não passa de uma visão mais fraca de Mysterio. Jenkins produz histórias melhores na sequência. No dia do aniversário do tio Ben, vemos Peter indo a um jogo dos Mets e relembrando o passado. História comovente, embora o próprio Jenkins se contradiga com a história anterior, em que o próprio Peter afirmava que não curtia nem um pouco de beiseball. Aparentemente, Jenkins não respeita nem a própria cronologia.

E a melhor história dessa fase deplorável do herói aracnídeo não tem nada de reviravoltas, grandes tramas ou revelações. É uma história simples, contra um vilão comum, que resgata a essência do aracnídeo. Simplesmente vemos o encontro do herói com o velho Adrian Toomes, no dia mais frio do ano. Aqui, Jenkins se superou.

Em Amazing, continua o emaranhado de inimigos místicos, que não são, nem de longe, a praia do Homem-Aranha, mas Straczinski insiste nisso e volta a colocar o Dr. Estranho na trama. O que o roteirista não sabe é que o Doutor já sabia da identidade secreta de Peter há anos, e se preocupa em escondê-la.

Já a melhor história escrita por Straczinski em sua passagem por Amazing Spider-Man não tem nada de poderes totêmicos, grandes sagas místicas ou histórias polêmicas. É uma história simples, em que Peter quer encontrar MJ e vice-versa, mas os dois se desencontram a história inteira. Ponto para o roteirista, que soube trazer o romance dos dois de volta de uma forma muito bacana de se ver. Infelizmente, é o único ponto que ele ganha em toda estada pelo título aracnídeo.

Ao menos, Mark Millar surge no novo título do aracnídeo, Marvel Knights: Spider-Man, para tentar salvar a pátria… um pouco. Com ilustrações do regular Terry Dodson, um dos maiores roteiristas da atualidade produziu três arcos de quatro partes cada, devolvendo alguma esperança nos fãs. A trama é cheia de ação e mistério, envolvendo os inimigos clássicos e o seqüestro da tia May. Temos de volta o bom e velho humor despretensioso, e várias homenagens ao passado do herói, o que mostra que, diferente se seus contemporâneos, Millar conhece as personagens com as quais lida, embora ele devesse estar drogado quando escreveu que o tio Ben era fumante.

A “Era das Trevas” atinge seu ápice com o arco “Pecados Pretéritos”, onde surgem os “filhos da Gwen”, cujo único mérito é ter a arte de Mike Deodato. São tantas incoerências, para não falar no desrespeito com os fãs, que é possível fazer uma lista:

  1. Straczinski insiste em retratar MJ como atriz iniciante, coisa que ela não é;
  2. Gwen jamais esteve na França. Ela esteve em Londres, e por um período não superior que dois meses. Ela fala na carta descoberta por Peter que tentou ligar para ele para falar sobre o assunto e não conseguiu, mas se pegarmos as histórias da época, vemos uma cena em que os dois conversam por telefone: Peter no Canadá e ela em Nova Iorque, ou seja… ela não estava viajando enquanto ele estava no Canadá, como é dito na história.
  3. Todos estão cansados de saber que a teia do Aranha se dissolve depois de 1 hora, e não em 24 horas, como é mostrado. E convenhamos, ele teria meios melhores de analisar a carta de Gwen sem precisar fazer todo o malabarismo mostrado na história para pedir ajuda da polícia.
  4. Em certo momento o Aranha é atraído a uma armadilha, onde um boneco da tia May esconde uma bomba. Onde está o sentido de aranha para alertá-lo?
  5. Os flashbacks mostrados não cabem na história original. Straczinski sabe que seu “roteiro” não faz o menor sentido dentro do contexto e da cronologia, mas não se importa com isso. Ele simplesmente “reescreve” a história original a seu bel-prazer, cuspindo na cara de Gerry Conway e Stan Lee.
  6. Mary Jane jamais esconderia um segredo desse porte de Peter, principalmente depois da morte de Gwen. E as desculpas que ela dá para justificar isso são tão estapafúrdias que só nos leva a crer que Straczinski está tirando sarro da cara do leitor. Chega a ser um insulto à nossa inteligência.
  7. Gwen Stacy amava Peter Parker, e jamais o trairia, muito menos com Norman Osborn. Isso só pode ter como objetivo minar a memória da Gwen, transformando-a numa qualquer e consolidar MJ como o verdadeiro amor de Peter Parker. Mas isso não faz sentido algum. Qual o problema de Gwen Stacy ter sido o primeiro grande amor de Peter Parker? Por que a insistência da editora de tentar apagar isso, chegando a alterar esse fato na cronologia do cinema e da série Ultimate? Gwen teve significativa importância na vida de Peter, faz parte de uma das melhores fases da vida do herói, e sua morte foi de tal importância que não apenas transformou-se na maior tragédia de sua vida e repercutiu em centenas de outras coisas, como é considerada, por muitos, a melhor história do Homem-Aranha. Straczinski simplesmente desconsidera isso tudo, querendo rabiscar por cima do roteiro de Conway, deixando a sua “marca”. Sim, ele deixou… mas de uma forma vergonhosamente negativa.
  8. Osborn estava completamente ensandecido naquela época, jamais seria capaz de traçar um diálogo coerente com Gwen Stacy ou quem quer que fosse. Ele não era o empresário frio e calculista que vemos atualmente, ele era insano e ponto final. Só queria fazer seu inimigo sofrer. Straczinski surge, mais uma vez, com sua mania de deixar tudo explicado, e “amarrar” as “pontas soltas” nas vidas das personagens, que só ele enxerga, sem qualquer necessidade. Osborn não precisava de motivo algum para matar Gwen, o único motivo era o ódio que sentia por Peter Parker, o que deixava a história muito mais bela. Não precisava de qualquer motivo para ter ido a Europa, ele a escolheu aleatoriamente, o que o deixa muito mais humano.
  9. MJ acaba de contar a Peter um segredo de vital importância, que ela escondera todos esses anos, e ele não fica nem um pouquinho magoado? Está tudo bem, assim, como se ela tivesse contado que esqueceu de comprar aquele creme para barbear que ele tinha pedido? Francamente, claro que ele iria acabar perdoando-a, mas não era de se esperar uma reação um pouquinho mais… humana?
  10. Como não poderia deixar de ser, vemos pela ducentésima vez o velho clichê do trauma de ver alguém caindo da ponte e “desta vez, eu tenho que salvar”.

Foi aí que eu decidi parar de colecionar de vez, já que a perspectiva que eu tinha de melhoria das histórias caiu de vez. Sabia que Peter ia revelar sua identidade durante Guerra Civil e que logo depois faria um pacto com Mefisto para salvar a tia May, ao custo de seu casamento jamais ter existido (o que faz todo sentido, né? Qualquer um salvaria uma velha que está morrendo desde 1962 em detrimento do amor da sua vida), ou seja, apagando uma das melhores fases do herói, simplesmente porque os editores achavam que isso tornava o personagem adulto demais. E qual é a porra do problema do cara ser adulto? Pois é, estou tentando entender até hoje.

  • HA 07-10: A nova vida de Peter Parker e a chegada de Morlun.
  • HA 11-13: Aniversário da morte de tio Ben, reencontro com o Abutre e o segredo revelado à tia May.
  • HA 12-16: Problemas com o Lagarto e com o Dr. Octopus.
  • HA 17-20: Duende Verde: Morte em Família.
  • HA 21-23: Surge a Vespa-Caçadora.
  • HA 24-25: A volta de Mary Jane.
  • HA 26-28: A ameaça do Escavador.
  • HA 29-35: Novos confrontos com Octopus e o aniversário do Homem-Aranha.
  • HA 36-37: Mais confusões com Octopus e o Lagarto.
  • HA 38-40: Revelada a verdade sobre Ezekiel.
  • HA 41-50: O plano-mestre do Duende Verde, a Vingança do Escorpião, o seqüestro da tia May e o surgimento dos 12 sinistros. A transformação da teia orgânica e o ataque dos filhos de Gwen Stacy, Gabriel e Sarah.
  • HA 51-52: A História de Sarah.
  • HA 53-57: A nova vida do Aranha como Vingador.
  • HA 58-59: Homem-Aranha na “Dinastia M”
  • HA 60-63: “O Outro” – as dramáticas mudanças nos poderes do herói.
  • HA 64-73: Homem-Aranha na Guerra Civil.
  • HA 74-82: A volta do Uniforme Negro e o pacto com Mefisto.

Fase 12: O Reinício: 2008 a 2013

Dan Slott assume o título principal mas, como eu disse, aqui eu já havia parado de colecionar, então não sei opinar sobre nada nessa fase. Se um dia eu correr atrás dessas edições até volto aqui e escrevo algo, mas isso é muuuuuito improvável.

Sabe-se, no entanto, que é feito um reboot desfazendo todas as cagadas feitas na fase anterior, o que até que é uma decisão acertada. Infelizmente, matar o casamento de Peter e MJ dessa forma, não é.

Basta dizer que a fase encerra-se com o Dr. Octopus, que estava morrendo, trocando de corpo com Peter Parker para tentar sobreviver.

Nesse período, a Panini lançou a segunda revista do aracnídeo, “Teia do Homem-Aranha”. Enquanto a primeira continua trazendo histórias dos títulos principais, a segunda traz especiais, mini-séries, títulos secundários, histórias do Venom, etc. Como eu não li nada disso, é meio difícil de saber o que se encaixa aonde exatamente, mas pelo que vi no Guia dos Quadrinhos, seria mais ou menos assim:

  • HA 83-90: Um Novo Dia e a Primeira Caçada de Kraven.
  • THA 1-5: Encontro com o Homem-Coisa e Reinado Sombrio
  • HA 91-100: Invasão Secreta, novas formas de morrer e novos inimigos.
  • THA 6-12: Grandes encontros e Guerra de Identidades.
  • HA 101-120: Novos confrontos com velhos inimigos.
  • THA 13-16: A Essência do Medo e mais encontros.
  • HA 121-130: Um momento no tempo e novos uniformes.
  • HA 131-135: Anti-Venom e a Ilha das Aranhas.
  • THA 17-23: Ilha das Aranhas, Venom, Morbius e Carnificina.
  • HA 136-143: Os últimos dias de Peter Parker.

Fase 13: Homem-Aranha Superior: 2013 a 2015

Também não li essa fase, mas confesso que fiquei curioso. Sabe-se que Octopus esforça-se em tentar ser um Homem-Aranha melhor do que Peter Parker jamais foi. Para tanto, ele conclui o doutorado de Peter, bola um monte de traquitanas para ajuda-lo no combate ao crime e funda as Indústrias Parker.

No processo, apaixona-se por uma cientista chamada Anna Maria, e é essa paixão que acaba sendo sua ruína. Quando o Duende Verde toma Nova Iorque, ele se vê incapaz de detê-lo e, pensando em Anna, deixa que Peter volte ao seu corpo, muito embora não haja uma justificativa plausível para tanto já que, para todos os efeitos, Peter estava morto desde o início dessa fase.

Como dito anteriormente, a Panini ressetou a numeração das revistas nessa fase, mantendo a lógica de “HA Superior” trazer histórias do título principal e “THA Superior” dos títulos secundários.

Novamente, sem ler fica difícil de saber o que encaixar aonde, mas as revistas publicadas dessa fase são as seguintes:

  • Homem-Aranha Superior (1ª Série) 1 a 19
  • Teia do Homem-Aranha Superior 1 a 8
  • Homem-Aranha Superior (2ª Série) 1 e 2

Ou os encadernados:

  • Homem Aranha: Último Desejo.
  • Homem-Aranha Superior Vol 1: Meu Pior Inimigo
  • Homem-Aranha Superior Vol 2: Mente Conturbada
  • Homem-Aranha Superior Vol 3: Sem Saída.
  • Homem-Aranha Superior Vol 4: Mal Necessário.
  • Homem-Aranha Superior Vol 5: Venom Superior.
  • Homem-Aranha Superior Vol 6: Nação Duende.

Fase 14: Indústrias Parker: 2015 a 2018

A edição de retorno de Peter Parker bateu recordes de venda nos EUA. Cheguei a dar uma lida nos encadernados que saíram aqui no Brasil até o momento. Dan Slott segue no título principal, mostrando uma releitura bem legal da origem do Aranha e fazendo uso de um retcon para introduzir um novo personagem.

Peter tem de lidar com as consequências de ter tido Octopus controlando seu corpo durante tanto tempo, o que envolve, por exemplo, enfrentar a fúria da Gata Negra, que fora exposta por Octopus e não quer saber de desculpas. Ela começa a reunir as gangues sob seu comando.

Também tem de lidar com Electro, com poderes descontrolados após Octavius ter feito experiências com ele, entre outras coisas. Infelizmente, Slott traz de volta Morlun, último vilão que eu gostaria de ver nessas páginas, já que remete à Era das Trevas. Mas enfim, Morlun e sua família acabam acarretando a mega-saga “Aranhaverso”, no qual Aranhas de diferentes dimensões tem de se unir pela sobrevivência. A saga em si não chega a ser ruim, até que tem momentos bem legais, mas a Panini fez um serviço muito porco na montagem desse encadernado, conforme já expliquei aqui.

Na sequência vem a nova Guerras Secretas, que acaba unindo o universo 616 com 1610. E dê-lhe reboot nos títulos. Pelo menos o arco “Renove seus Votos” acaba sendo BEM legal, além de dar um tapa na cara de quem achava que um Homem-Aranha casado rendia péssimas histórias. Na sequência, as Indústrias Parker se tornam globais, rendendo histórias bacanas, mas nada demais.

Vilões retornam, como sempre, e Dan Sloot escreve seu arco final unindo o Duende Verde com o simbionte do Carnificina, o que origina o “Duende Vermelho”.

  • O Espetacular Homem-Aranha (2ª Série) 1 a 13: Peter Parker retoma sua vida e descobre ser dono das Indústrias Parker. Aranhaverso, Guerras Secretas e a junção dos universos 616 e 1610.
  • O Espetacular Homem-Aranha (3ª Série) 1 a 29: O Aranha se torna global. Novas ameaças, a chegada do Duende Vermelho e a volta de Harry Osborn.

Ou os encadernados:

  • O Espetacular Homem-Aranha Vol 01: A Sorte dos Parker.
  • O Espetacular Homem-Aranha Vol 02: Primeiros Passos.
  • O Espetacular Homem-Aranha Vol 03: Prelúdio para o Aranhaverso.
  • O Espetacular Homem-Aranha Vol 04: Aranhaverso.
  • O Espetacular Homem-Aranha Vol 05: Plantão Noturno.
  • O Espetacular Homem-Aranha Vol 06: Espiral.
  • O Espetacular Homem-Aranha Vol 07: Renove seus Votos.
  • O Espetacular Homem-Aranha Vol 08: Pelo Mundo Todo.
  • O Espetacular Homem-Aranha Vol 09: O Reino Sombrio.
  • O Espetacular Homem-Aranha Vol 10: De Volta à Vida.
  • O Espetacular Homem-Aranha Vol 11: (Ainda não publicado. Reunirá ASM(2015) 20-24)
  • O Espetacular Homem-Aranha Vol 12: (Ainda não publicado. Reunirá ASM(2015) 25-28)
  • O Espetacular Homem-Aranha Vol 13: (Ainda não publicado. Reunirá ASM(2015) 29-32 e ASM(1963) 789-791)
  • O Espetacular Homem-Aranha Vol 14: (Ainda não publicado. Reunirá ASM(1963) 792-796 e ASMA(1964) 42)
  • O Espetacular Homem-Aranha Vol 15: (Ainda não publicado. Reunirá ASM(1963) 797-801)

Os volumes 11 a 15 mencionados aqui são baseados na coleção de TPBs “Worldwide”, mas só saberemos efetivamente quais os arcos publicados nesses volumes quando a Panini anunciar a venda dos mesmos.

Fase 15: Os Dias Atuais: 2018 até atualmente

Após os eventos do arco “Por um fio”, o Aranha inicia uma nova fase e a Panini reinicia a numeração do título pela quarta vez. A publicação de Espetacular Homem-Aranha (4ª série) iniciou aqui em abril de 2019 e segue até hoje, trazendo as histórias (principalmente) de ASM(2018).

Como não li nada disso, não faço a menor ideia do que está acontecendo com o Aranha atualmente. Se alguém quiser falar sobre isso nos comentários, fique à vontade.

Histórias Alternativas e Especiais

Para finalizar, sempre interessante mencionar algumas edições especiais e histórias alternativas, que não influenciam na cronologia oficial.

Histórias Alternativas:

  • HA 10: O que Aconteceria se Gwen Stacy não tivesse morrido?
  • HA Especial: O que Aconteceria se Peter não se casasse com Mary Jane?
  • HA 146: O que Aconteceria se o Uniforme Alienígena dominasse Peter Parker?   
  • HA 194: O que Aconteceria se o Homem-Aranha se tornasse um assassino?
  • TA 119: O que Aconteceria se Peter Parker fosse obrigado a inventar o Homem-Aranha?
  • HA 198: A Origem da Garota-Aranha!!!
  • TA 125/126/127/128/129: GËNESE – Uma Nova Origem para o Homem-Aranha

Histórias Especiais:

  • Grandes Encontros Marvel & DC: Homem-Aranha/ Super-Homem 1 e 2.
  • Graphic Marvel 10: Espíritos da Terra.
  • Graphic Marvel 16: A Essência do Medo.
  • Graphic Novel Homem-Aranha: Marandi.
  • Homem-Aranha/ Justiceiro/ Dentes-de-Sabre: Genes Fabricados.
  • Homem-Aranha & Batman: (1 e 2).
  • Homem-Aranha e Gen 13.
  • Homem-Aranha e Badrock.
  • Homem-Aranha e Backlash.
  • Marvel Saga – Homem-Aranha (Panini): encadernados de republicações diversas.

Universo Ultimate:

A iniciativa “Ultimate” foi uma tentativa da Marvel de dar uma nova versão a seus heróis, sobretudo Aranha, Vingadores e X-Men, na virada do século. Os títulos duraram anos, até que na saga “Guerras Secretas”, esse universo (1610) fundiu-se com o da linha principal (616). No Brasil, essas histórias foram publicadas nos seguintes títulos:

  • Marvel Séc. 21 (Abril) 1 a 4.
  • Marvel Millenium: Homem-Aranha (Panini) 1 a 100.
  • Ultimate Marvel (Panini/1ª Série) 1 a 56.
  • Ultimate Marvel (Panini/2ª Série) 1 a 12.
  • Ultimate Marvel: Cataclismo (Panini/Mini-série): 1 a 5.
  • Dezenas de especiais e mini-séries.

Referências

Guia dos Quadrinhos
List of Spider-Man titles
Amazing Spider-Man Worldwide TPB (2016-2018 Marvel)

2 comentários em “Homem-Aranha: Um Guia de Leitura (Parte 3 de 3)

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s