Pois é. Aqui eu tinha dito que ela estava chegando e ela chegou. E já foi. Mas como foi?
Foi a melhor de todas, na minha opinião. As reviravoltas que vinham acontecendo nas temporadas anteriores atingem seu ápice aqui.
Gustavo Fring, apesar de inicialmente parecer um dos caras mais legais com quem Walt poderia trabalhar, se mostrou tão ou mais cruel que Tuco, o traficante da primeira e da segunda temporada.
A relação entre Walt e Jesse vai de um extremo à outro. Como nas temporadas anteriores, na verdade. Mas parece que a cada temporada, estes extremos se distanciam mais e mais, cada vez eles quebram um novo limite. Não me surpreenderia se acabassem se matando.
Muito embora o último episódio tenha acabado de um jeito que pareceu ser perfeito para o fim da série. Tenho medo que uma quinta temporada possa acabar estragando tudo. E é difícil pensar em algo mais que possa ser explorado.
Poderia falar mais, mas teria que entrar em mais detalhes e tentei fazer uma (semi) resenha sem soltar muitos spoilers, caso contrário estragaria toda a graça de assistir esta temporada fodástica.
Mais uma vez, Breaking Bad vale a pena, cada episódio.

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